ENTENDENDO A DOR LOMBAR

DOR LOMBAR OU LOMBALGIA

Lombalgias são todas as afecções de dor localizada na região inferior do dorso, em uma única área situada entre a útila costela e a prega glútea. Os sintomas podem ser locais ou apresentarem irradiação para um ou ambos membros inferiores. 



A dor é geralmente a principal razão para que o paciente procure alívio e orientação médica. È um dos fenômenos mais dramáticos e complexos. A International Association for the Study of Pain define dor como uma experiência emocional e sensorial desagradável, associada à uma lesão percebida ou real. Há inúmeras dificuldades em defini-la na espécie humana, porque está relacionada com grande número de fatores inerentes à própria personalidade de quem a sente e de fatores originários do ambiente em que vive o indivíduo sofredor .
Atualmente a lombalgia é uma das queixas mais comuns relatadas em consultórios médicos. È considerada a segunda síndrome dolorosa, depois da cefaléia, mais freqüente na clínica médica geral. Representa a principal causa de afastamento do trabalho em pessoas com menos de 45 anos, a quinta causa mais freqüente de hospitalização e a terceira causa mais freqüente de intervenção cirúrgica. 

Cerca de 10 milhões de brasileiros tornaram-se incapacitados por causa desta doença.


A dor lombar é uma importante causa de incapacidade, perturba a qualidade de vida e o desempenho no trabalho, interferindo até em atividades simples como caminhar por tempo prolongado, permanecer na posição em pé ou sentada, restringe a mobilidade e afeta o sono.

Pode ser classificada como específica ou inespecífica. A lombalgia é considerada específica quando apresenta diagnóstico muito bem definido, que pode estar relacionado a uma desordem, doença, disfunção, trauma ou deformidade estrutural; as causas mais comuns são hérnia de disco, espondilolisteses, fraturas, tumores, infecções e doenças inflamatórias. As lombalgias inespecíficas estão quase sempre associadas a dor de origem mecânica que varia de acordo com a atividade física e o tempo de execução das atividades de vida diária; 90% dos indivíduos recuperam-se em seis semanas.

Os fatores de risco para as lombalgias são idade avançada, sedentarismo, tabagismo, obesidade, sintomas de depressão, ansiedade, estresse, instabilidade emocional e problemas pessoais. Entre os fatores ocupacionais destaca-se trabalho físico pesado; posturas erradas e repetitivas no trabalho; inclinar-se, girar o tronco, empurrar ou puxar objetos inadequadamente e vibrações repetidas.



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